A procura por soluções Zero Trust cresceu de forma acelerada nos últimos anos. Em 2026, esse modelo de segurança deixou de ser apenas uma tendência para se tornar uma estratégia essencial nas empresas que lidam com ambientes híbridos, cloud e equipes distribuídas.
Mas afinal, por que o Zero Trust ganhou tanta relevância e qual é o impacto real dessa abordagem para a segurança corporativa?
O crescimento do Zero Trust em 2026
Atualmente, estudos de mercado mostram que mais de 80% das organizações planejam adotar ou ampliar estratégias Zero Trust até 2026. Esse movimento acontece, principalmente, porque o modelo tradicional de segurança, baseado apenas em perímetro, já não acompanha a realidade atual.
Além disso, com a popularização do trabalho remoto, do uso de SaaS e da cloud computing, o conceito de “rede interna segura” praticamente deixou de existir. Ou seja, confiar apenas porque o usuário está dentro da rede virou um risco.
Consequentemente, empresas passaram a buscar modelos que validam cada acesso, cada aplicação e cada ação executada no ambiente.
Por que o modelo tradicional não funciona mais
Durante muito tempo, firewalls, antivírus e VPNs foram suficientes. Entretanto, em 2026, o cenário mudou drasticamente.
Hoje, os ataques:
- Utilizam credenciais legítimas comprometidas
- Exploraram falhas em aplicações autorizadas
- Acontecem de forma silenciosa, sem gerar alertas imediatos
Além disso, ameaças como ransomware e ataques “fileless” conseguem contornar facilmente soluções tradicionais baseadas apenas em detecção.
Por isso, o Zero Trust surge como uma resposta direta a esse novo cenário.
O que é Zero Trust na prática
O conceito de Zero Trust pode ser resumido em uma premissa simples:
nunca confiar automaticamente, sempre verificar.
Na prática, isso significa que:
- Nenhum usuário ou dispositivo é confiável por padrão
- Todo acesso é validado continuamente
- Apenas o mínimo necessário é permitido
Ou seja, mesmo que um usuário esteja autenticado, ele só acessa exatamente o que precisa, nada além disso.
Principais pilares do Zero Trust
Entre os pilares mais importantes do Zero Trust em 2026, destacam-se:
- Controle rigoroso de identidade e acesso
- Princípio do menor privilégio
- Monitoramento contínuo de comportamento
- Prevenção ativa, e não apenas resposta a incidentes
Dessa forma, o foco deixa de ser apenas reagir a ataques e passa a ser evitar que eles aconteçam.
Por que o Zero Trust é tão importante para as empresas
Adotar uma abordagem Zero Trust traz benefícios que vão muito além da segurança técnica. Na verdade, ela impacta diretamente o negócio.
Entre os principais ganhos, podemos destacar:
- Redução significativa da superfície de ataque, limitando movimentações laterais
- Menor risco de paralisações operacionais, causadas por ransomware
- Facilidade no atendimento a requisitos de compliance e auditorias
- Mais previsibilidade e controle sobre o ambiente de TI
Além disso, quando bem implementado, o Zero Trust contribui para reduzir custos associados a incidentes de segurança, o que reforça seu valor estratégico.
Onde soluções como o Bs4trust by ThreatLocker se encaixam
Para que o Zero Trust funcione de verdade, ele precisa sair do papel. É exatamente nesse ponto que entram soluções como o Bs4trust by ThreatLocker.
O BS4Trust by ThreatLocker aplica o conceito de Zero Trust diretamente no endpoint e nos servidores, por meio de:
- Application Control: apenas aplicações explicitamente autorizadas podem ser executadas
- Least Privilege: usuários não operam com privilégios desnecessários
- Ringfencing: isolamento de aplicações para limitar ações indevidas
- Bloqueio preventivo de ransomwares e ataques desconhecidos
Diferentemente das soluções tradicionais, o Bs4trust by ThreatLocker não espera o ataque acontecer para agir. Pelo contrário, ele impede a execução de qualquer comportamento que não esteja previamente autorizado.
Assim, a empresa passa a operar em um modelo realmente preventivo.
Zero Trust como estratégia para 2026
Em 2026, falar de segurança sem falar de Zero Trust já não faz mais sentido. Cada vez mais, empresas entendem que prevenir é mais barato, mais seguro e mais estratégico do que remediar.
Portanto, investir em uma abordagem Zero Trust, apoiada por soluções maduras como o Bs4trust by ThreatLocker, permite:
- Elevar o nível de segurança
- Fortalecer a posição da TI frente à diretoria
- Transformar segurança em vantagem competitiva, e não apenas custo
Em resumo, o Zero Trust não é mais o futuro. Ele é o presente.
Como a BS4IT pode ajudar na jornada Zero Trust
Diante do crescimento da adoção do Zero Trust em 2026, contar com um parceiro especializado faz toda a diferença para transformar conceito em prática. A BS4IT atua apoiando empresas na construção de estratégias de cibersegurança alinhadas ao negócio, combinando tecnologia, metodologia e visão de risco.
Por meio da solução BS4TRUST by ThreatLocker, a BS4IT ajuda organizações a aplicar o Zero Trust de forma efetiva, controlando exatamente quais aplicações, processos e acessos podem operar no ambiente. Essa abordagem reduz drasticamente a superfície de ataque, previne ransomwares e elimina comportamentos não autorizados antes que se tornem incidentes.
Além disso, a BS4IT apoia desde o desenho da estratégia até a implantação e sustentação da solução, garantindo que a segurança evolua sem comprometer a operação. Assim, a cibersegurança deixa de ser apenas um custo técnico e passa a ser um investimento estratégico, mensurável e alinhado aos objetivos da empresa.